Um filme "animado". Adianto que, apesar dos bonecos de massinha e um stop-motion singelo, não é infantil. Mas é reflexivo.

"O filme acompanha dois personagens solitários, cujas vidas se cruzam pelo maior dos acasos: uma página aleatória aberta em uma lista telefônica. Motivada por uma dúvida infantil, a australiana Mary Daisy Dinkle, 8 anos, decide escrever ao nova-iorquino Max Jerry Horowitz, 44 anos. Junto à carta, alguns desenhos, uma barra de chocolate e a dúvida: "de onde vêm os bebês nos Estados Unidos?". A correspondência inocente muda a vida de ambos para sempre, iniciando uma história que transcorre por mais de uma década." (Omelete)
Uma das coisas que mais gostei, tecnicamente falando, foi da fotografia. O contraste entre os dois mundos apresentados, muito bem trabalhado com as cores: o marrom australiano e o cinza novaiorquino. E com um rico e impecável cenário, tudo de massinha. Poderia citar alguns pontos no roteiro que me incomodaram. Coisas que, pra mim, foram mal explicadas ou não faziam muito sentido. Mas isso foi facilmente esquecido diante do todo que o filme representou.
O filme é bom. É lindo. É fofo.
Agora uma dica: se estiver passando por problemas de relacionamento, com namorado(a), amigo(a) ou está mal por algum motivo, cuidado! Ele é forte no quesito 'reflexões para a vida'. E desavisado, você pode cair no ranso depressivo que ele é capaz de deixar. Mas vale a pena assistir ;D
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